terça-feira, 27 de dezembro de 2022

MINHAS PÉROLAS

Enquanto a vida corre existem contas a pagar, deveres a cumprir, normas a respeitar, trabalho a se dedicar, amizades a conquistar, sentimentos a preservar e, para que cada um tenha fisionomia própria, se faz necessário responsabilidade e dignidade na atividade e no trato – Gérson Gomide.

Não se deve parar a vida alheia para repetir fatos que pouco significado e enredo possuem – Gérson Gomide.

Arrepender-se de uma atitude ou palavra é natural e tal fato não deve martirizar; lamentável é viver arrependido por não ter tomado uma atitude ou proferido algumas palavras – Gérson Gomide

Leia, escute, escreva, faça e viva histórias, mas, sobretudo, conte-as – Gérson Gomide.

Muitos seguem pela vida em fora sem abeirar-se dos extremos do caminho, preferindo manter-se sempre no meio para evitar transbordamentos ou o fundo do poço. Estes são os que o dito popular classifica como os que vivem em cima do muro, sem optar, sem enfrentar riscos, ainda que haja perspectiva de sucesso. O caminho do meio só é mais seguro quando as margens são reconhecidamente perigosas. Portanto, é necessário ousar, mas sem arriscar tudo numa só empreitada; mesmo que a moral greco-romana tenha afirmado que a virtude está no meio, tal afirmativa não pode ser aplicada na moral cotidiana em dias atuais, pois que foi um aconselhamento repetido na Antiguidade para os que principiavam a andar de modo próprio. Em tempos modernos, o arrojo e a ousadia podem ser a receita para o sucesso – Gérson Gomide. 

Existem duas palavras que pronunciamos sempre sem emprestar a elas o devido valor e sem saber que uma se prende de forma indissolúvel à outra. Ambas têm o mesmo número de letras – quatro -, entretanto, nenhuma das sílabas se repetem. Uma pertence ao mais extraordinário de todos os sentimentos – AMOR -,  a outra dá a conhecer o mais divino dentre todos os seres – DEUS – Gérson Gomide. 

Epitáfio de quem pouco ousou: Eu devia ter arriscado mais e concedido menos importância ao arrependimento; devia amar mais sem considerar as lágrimas e desilusões; devia ler e instruir-me mais para não quedar-me em silêncio nas reuniões; devia dedicar-me bastante aos amigos para sentir-lhes saudades; devia sorrir mais para espalhar alegrias; devia chorar mais para me tornar ainda mais humano; devia, enfim, viver a vida em todo o seu roteiro – da preocupação ao alívio; da tristeza à felicidade – Gérson Gomide.

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