
Obrigado Senhor
Pela dádiva do cotidiano.
Pelo lar que edificamos, pela família que constituímos.
Pela presença de quem escolhemos para nos acompanhar.
Pela bênção dos filhos e pelo emprego que garante a segurança doméstica.
Obrigado
Pela amizade que insiste em se fazer presente nos momentos umbrosos.
Pelo professor que revela caminhos e descortina horizontes.
Pelo profissional da saúde que descobre os males do corpo e da mente
Restituindo-lhes o vigor e a saúde.
Pelos que, sorrindo, se postam atrás dos balcões e mesas para servir.
Pelo voluntário que desenvolve esperanças e as torna realidade.
E igualmente pelo serviçal ou operário que nos garantem uma vida saudável.
Obrigado também
Pelos animais e aves aconchegados nos ninhos domésticos
Ou livres nos campos e florestas.
Pelos seres que habitam riachos, lagos, rios e mares.
Pelas flores que ornamentam e perfumam campos e jardins.
Pelas árvores que espargem frutos e oxigênio.
Pela água e por suas benesses em nós e na Natureza.
Pela beleza fugidia das borboletas esvoaçando sobre as flores.
E ainda pela voz do silêncio ao talante da brisa.
Obrigado
Pela dádiva do cotidiano.
Pelo lar que edificamos, pela família que constituímos.
Pela presença de quem escolhemos para nos acompanhar.
Pela bênção dos filhos e pelo emprego que garante a segurança doméstica.
Obrigado
Pela amizade que insiste em se fazer presente nos momentos umbrosos.
Pelo professor que revela caminhos e descortina horizontes.
Pelo profissional da saúde que descobre os males do corpo e da mente
Restituindo-lhes o vigor e a saúde.
Pelos que, sorrindo, se postam atrás dos balcões e mesas para servir.
Pelo voluntário que desenvolve esperanças e as torna realidade.
E igualmente pelo serviçal ou operário que nos garantem uma vida saudável.
Obrigado também
Pelos animais e aves aconchegados nos ninhos domésticos
Ou livres nos campos e florestas.
Pelos seres que habitam riachos, lagos, rios e mares.
Pelas flores que ornamentam e perfumam campos e jardins.
Pelas árvores que espargem frutos e oxigênio.
Pela água e por suas benesses em nós e na Natureza.
Pela beleza fugidia das borboletas esvoaçando sobre as flores.
E ainda pela voz do silêncio ao talante da brisa.
Obrigado
Pela criança que renova nosso compromisso com a vida.
Pelos idosos que nos fortalecem com suas histórias e experiências preciosas.
Pelas atitudes amorosas dos que alteram a rota de quem não sabe se guiar.
Pelos pensamentos que são livres e indevassáveis.
Pela palavra que sonoriza o amor e engrandece o cidadão.
Pelos livros que nos instruem nos bancos escolares.
Pelas histórias contadas ou lidas no aconchego do sofá sob embalos de róseos sonhos.
Pelo sol iluminando e aquecendo praças, quintais, campos, jardins, mansões e casebres.
E pelo vento esvoaçando as cortinas e bandeiras.
Obrigado
Pela primavera que nos floreia as esperanças.
Pelo verão que induz a vida a sorrir ainda mais.
Pelo outono que nos leva a reflexões duradouras.
Pelo inverno que nos enseja cautela.
Pela aurora de um dia radioso.
Pelo ocaso de uma jornada estafante.
Pela beleza arquitetada pelo homem.
Pelo céu azul bordado de nuvens alvinitentes.
Pelo prenúncio da chuva abençoada.
Pela própria chuva tamborilando no telhado.
Pelo cheiro de terra molhada.
Pelo dia ensolarado.
Pela noite recoberta por luzidio manto de estrelas.
E ainda pela gota de sereno beijando o solo fértil ou balouçando na pétala da flor.
Obrigado
Pelo sorriso a emoldurar o rosto que amamos.
Pela ternura e maciez da mão amiga.
Pelo riso espontâneo que permitimos ou que nos permitem.
Pelo contato carinhoso de companheiros de ideal.
Pelos sonhos, quimeras e fantasias que nos visitam na solidão.
Pela realização desses sonhos.
Pelo sorriso que glorifica a paz.
E até mesmo pela lágrima furtiva que purifica a alma.
Obrigado
Por todos aqueles que se desvencilharam da maldade.
Pelos que se descobrem em seus territórios como a fonte da fraternidade.
Pelos que se livraram dos vícios arrasadores e pelos que nunca se viciaram.
Pela bondade dos que assistem os vitimados pela doença que enseja ou preludia a morte.
Pela caridade que acena com a sobrevivência aos aportados em infinda miséria.
Pelos de índole dadivosa.
Pelos que perdoam e pelos que merecem o perdão.
Pela crença, pela devoção, pela prece, pela fé.
Pelo tinir do sino na torre da igreja, clamando aos fiéis: Vinde a mim!
Obrigado Senhor
Por tais graças e por muitas outras que nos palpitam ao derredor.
Pela vida que se renova em todos os reinos, em todos os instantes.
Pelo corpo que envergamos.
Pelo que somos, pelo que seremos.
Pelo que temos, pelo que almejamos, pelo que lutamos.
Pelo que merecemos e pelo que recebemos.
Por tudo e todos que nos fazem melhorar hábitos e ações.
Pelas estrofes, rimas e versos que fazem da vida eterna poesia.
Pela saudade, pela esperança.
Pelos devaneios, sonhos e quimeras.
Pela alegria, pela felicidade.
Por tudo, tudo, Obrigado Senhor.
E ainda nos resta fôlego para em largo agradecimento murmurar:
Obrigado Senhor
Pelo Teu Amor que é tão Infinito quanto a Tua Misericórdia e Bondade.
E também aos que fazem do Amor, da Misericórdia e da Bondade o traço de união entre a Terra e o Céu.
Pelos idosos que nos fortalecem com suas histórias e experiências preciosas.
Pelas atitudes amorosas dos que alteram a rota de quem não sabe se guiar.
Pelos pensamentos que são livres e indevassáveis.
Pela palavra que sonoriza o amor e engrandece o cidadão.
Pelos livros que nos instruem nos bancos escolares.
Pelas histórias contadas ou lidas no aconchego do sofá sob embalos de róseos sonhos.
Pelo sol iluminando e aquecendo praças, quintais, campos, jardins, mansões e casebres.
E pelo vento esvoaçando as cortinas e bandeiras.
Obrigado
Pela primavera que nos floreia as esperanças.
Pelo verão que induz a vida a sorrir ainda mais.
Pelo outono que nos leva a reflexões duradouras.
Pelo inverno que nos enseja cautela.
Pela aurora de um dia radioso.
Pelo ocaso de uma jornada estafante.
Pela beleza arquitetada pelo homem.
Pelo céu azul bordado de nuvens alvinitentes.
Pelo prenúncio da chuva abençoada.
Pela própria chuva tamborilando no telhado.
Pelo cheiro de terra molhada.
Pelo dia ensolarado.
Pela noite recoberta por luzidio manto de estrelas.
E ainda pela gota de sereno beijando o solo fértil ou balouçando na pétala da flor.
Obrigado
Pelo sorriso a emoldurar o rosto que amamos.
Pela ternura e maciez da mão amiga.
Pelo riso espontâneo que permitimos ou que nos permitem.
Pelo contato carinhoso de companheiros de ideal.
Pelos sonhos, quimeras e fantasias que nos visitam na solidão.
Pela realização desses sonhos.
Pelo sorriso que glorifica a paz.
E até mesmo pela lágrima furtiva que purifica a alma.
Obrigado
Por todos aqueles que se desvencilharam da maldade.
Pelos que se descobrem em seus territórios como a fonte da fraternidade.
Pelos que se livraram dos vícios arrasadores e pelos que nunca se viciaram.
Pela bondade dos que assistem os vitimados pela doença que enseja ou preludia a morte.
Pela caridade que acena com a sobrevivência aos aportados em infinda miséria.
Pelos de índole dadivosa.
Pelos que perdoam e pelos que merecem o perdão.
Pela crença, pela devoção, pela prece, pela fé.
Pelo tinir do sino na torre da igreja, clamando aos fiéis: Vinde a mim!
Obrigado Senhor
Por tais graças e por muitas outras que nos palpitam ao derredor.
Pela vida que se renova em todos os reinos, em todos os instantes.
Pelo corpo que envergamos.
Pelo que somos, pelo que seremos.
Pelo que temos, pelo que almejamos, pelo que lutamos.
Pelo que merecemos e pelo que recebemos.
Por tudo e todos que nos fazem melhorar hábitos e ações.
Pelas estrofes, rimas e versos que fazem da vida eterna poesia.
Pela saudade, pela esperança.
Pelos devaneios, sonhos e quimeras.
Pela alegria, pela felicidade.
Por tudo, tudo, Obrigado Senhor.
E ainda nos resta fôlego para em largo agradecimento murmurar:
Obrigado Senhor
Pelo Teu Amor que é tão Infinito quanto a Tua Misericórdia e Bondade.
E também aos que fazem do Amor, da Misericórdia e da Bondade o traço de união entre a Terra e o Céu.
Obrigado...
(Publicado na Revista Aurora em agosto de 2003)
(Publicado na Revista Aurora em agosto de 2003)

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